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<!--Generated by Squarespace Site Server v5.11.81 (http://www.squarespace.com/) on Mon, 28 May 2012 13:30:40 GMT--><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><title>Principal</title><link>http://www.nethics.com.br/blog/</link><description></description><lastBuildDate>Fri, 04 May 2012 12:30:09 +0000</lastBuildDate><copyright></copyright><language>pt-BR</language><generator>Squarespace Site Server v5.11.81 (http://www.squarespace.com/)</generator><item><title>Nethics firma parceria com empresa dos EUA para criar websites em Responsive Design</title><dc:creator>Christian Marra</dc:creator><pubDate>Wed, 02 May 2012 13:41:36 +0000</pubDate><link>http://www.nethics.com.br/blog/2012/5/2/nethics-firma-parceria-com-empresa-dos-eua-para-criar-websit.html</link><guid isPermaLink="false">529198:6061938:16093642</guid><description><![CDATA[<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2012/5/2/nethics-firma-parceria-com-empresa-dos-eua-para-criar-websit.html&;layout=standard&
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<p><strong><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><a href="http://html.doctype-themes.com/claquette/index.html" target="_blank"><img style="width: 250px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/Claquette_devices.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1336069164021" alt="" /></a></span></span>Christian Marra</strong></p>
<p>Quanto mais surgem no mercado novos dispositivos para navegar pela internet, mais cresce a demanda por <em>websites</em> elaborados em <strong><a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Responsive_Web_Design" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Responsive_Web_Design" target="_blank">Responsive Design</a></strong>. E para oferecer este servi&ccedil;o, a Nethics possui uma parceria com a <strong><a title="http://www.doctypemedia.com/" href="http://www.doctypemedia.com/" target="_blank">Doctype Media</a></strong>, empresa de tecnologia sediada em Philadelphia, nos Estados Unidos.</p>
<p>A principal caracter&iacute;stica desse tipo de <em>website</em> &eacute; sua tecnologia que lhes permitem serem abertos corretamente em qualquer tipo de dispositivo, desde um <em>smartphone</em> a um <em>tablet</em> ou tela de computador. Eles possuem uma estrutura &ldquo;fluida&rdquo;, que se ajusta &agrave;s dimens&otilde;es de qualquer tela. Essa flexibilidade de uso &eacute; o seu grande apelo.</p>
<p>Eles n&atilde;o s&atilde;o uma novidade. No jornalismo, temos o exemplo do <strong><a title="http://www.bostonglobe.com" href="http://www.bostonglobe.com" target="_blank">Boston Globe</a></strong>, que em 2010 j&aacute; havia lan&ccedil;ado um website com essas caracter&iacute;sticas. E &eacute; muito l&oacute;gico fazer isso: &eacute; extremamente trabalhoso criar vers&otilde;es espec&iacute;ficas para computadores, <em>smartphones</em>, <em>tablets</em>, que muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o padronizados, apresentando numerosos padr&otilde;es de tela e sistemas operacionais. Tudo isso sem contar a necessidade de renov&aacute;-los periodicamente. &Eacute; muito mais simples criar apenas um site que seja vis&iacute;vel corretamente em qualquer dispositivo e sistema.</p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><a href="http://bostonglobe.com/" target="_blank"><img style="width: 275px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/Boston_globe_2.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1336069738217" alt="" /></a></span></span>Ethan Marcotte, designer que trabalhou no projeto do Boston Globe, como pode ser lido <strong><a title="http://www.editorandpublisher.com/Newsletter/Article/Responsive-Design-Breathes-Life-Into-Mobile-Web" href="http://www.editorandpublisher.com/Newsletter/Article/Responsive-Design-Breathes-Life-Into-Mobile-Web" target="_blank">nesta mat&eacute;ria do portal Editor &amp; Publisher</a></strong>, explica que o <em>Responsive Design</em>, em poucas palavras, consiste em adotar um layout flex&iacute;vel utilizando <strong><a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cascading_Style_Sheets" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cascading_Style_Sheets" target="_blank">CSS (Cascading Style Sheets)</a></strong> para se estruturar um design que pode ser visto em telas pequenas ou largas. Essa t&eacute;cnica tamb&eacute;m emprega linguagem em <strong><a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTML5" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTML5" target="_blank">HTML5</a></strong>, e portanto, seus websites s&atilde;o melhor vis&iacute;veis nas &uacute;ltimas vers&otilde;es dos navegadores.</p>
<p><strong><a title="http://html.doctype-themes.com/claquette/index.html" href="http://html.doctype-themes.com/claquette/index.html" target="_blank">Neste exemplo</a></strong>, elaborado pela equipe da Doctype Media, &eacute; poss&iacute;vel notar como tais sites se ajustam &agrave; dimens&atilde;o da tela, independente do dispositivo usado para abri-lo. Evidentemente, esta solu&ccedil;&atilde;o implica em algumas limita&ccedil;&otilde;es na cria&ccedil;&atilde;o, de forma a privilegiar a flexibilidade, e n&atilde;o a criatividade.</p>
<p>De qualquer forma, trata-se de uma solu&ccedil;&atilde;o oportuna para um per&iacute;odo em que, cada vez mais, as pessoas navegam pela internet a partir de smartphones e tablets.</p>
<p>&nbsp;<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2012/5/2/nethics-firma-parceria-com-empresa-dos-eua-para-criar-websit.html&;layout=standard&
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<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><a href="http://iadb.org/pt/banco-interamericano-de-desenvolvimento,2837.html" target="_blank"><img style="width: 200px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/BID_Logo.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899037411" alt="" /></a></span></span></p>
<p>A Nethics iniciou, neste m&ecirc;s de abril, um projeto de consultoria em comunica&ccedil;&atilde;o para o <strong><a title="http://iadb.org/pt/banco-interamericano-de-desenvolvimento,2837.html" href="http://iadb.org/pt/banco-interamericano-de-desenvolvimento,2837.html" target="_blank">BID</a></strong> (Banco Interamericano de Desenvolvimento) ou <strong><a title="http://iadb.org/en/inter-american-development-bank,2837.html" href="http://iadb.org/en/inter-american-development-bank,2837.html" target="_blank">IDB</a></strong> (Inter-American Development Bank, na sigla em ingl&ecirc;s).</p>
<p>Sediado em Washington DC (EUA), o BID &eacute; um banco internacional que apoia projetos de redu&ccedil;&atilde;o da pobreza e da desigualdade na Am&eacute;rica Latina e no Caribe.&nbsp;Criado em 1959, o BID &eacute; um dos principais &oacute;rg&atilde;os de financiamento de projetos desse g&ecirc;nero na regi&atilde;o. 48 pa&iacute;ses das Am&eacute;ricas s&atilde;o acionistas do banco.</p>
<p>O servi&ccedil;o a ser prestado pela Nethics envolve a reda&ccedil;&atilde;o regular de mat&eacute;rias e informativos, divulga&ccedil;&atilde;o de material noticioso e revis&atilde;o de artigos t&eacute;cnicos. Os temas ser&atilde;o centrados sobretudo nas &aacute;reas de Transporte e Log&iacute;stica, que est&atilde;o entre os diversos campos de atua&ccedil;&atilde;o do banco.</p>
<p>Ao participar de projetos, o BID disp&otilde;e de quadros t&eacute;cnicos de especialistas, que participam diretamente das a&ccedil;&otilde;es por ele apoiadas. Dessa forma, sua participa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se restringe &agrave; mera concess&atilde;o do cr&eacute;dito, mas tamb&eacute;m envolve a presen&ccedil;a de especialistas do banco, que por sua vez, levam seu aprendizado a outros projetos, em localidades distintas.</p>
<p>Um desses projetos em andamento, em parceria com a prefeitura de Curitiba (PR), tem como principal inova&ccedil;&atilde;o a elabora&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de circula&ccedil;&atilde;o de carga em uma &aacute;rea urbana - uma abordagem pouco comum nos estudos de planejamento de transportes urbanos, que s&atilde;o normalmente centrados no transporte p&uacute;blico. Um trabalho pioneiro e desenvolvido em um momento oportuno, no qual as demandas por melhorias na mobilidade urbana, nas principais capitais do pa&iacute;s, s&atilde;o mais urgentes do que nunca.</p>
<p>&nbsp;<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2012/4/3/nethics-inicia-consultoria-em-comunicaco-para-o-bid.html&;layout=standard&
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<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img style="width: 210px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/editores_redes_sociais_tec.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899065130" alt="" /></span></span><strong>Christian Marra</strong></p>
<p>Conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos tendem a ser pautados por tr&ecirc;s personagens na era digital: Editores, redes sociais e tecnologia. Ao menos &eacute; o que parece at&eacute; o momento, salvo alguma nova revolu&ccedil;&atilde;o que nos pegue de surpresa &ndash; o que j&aacute; est&aacute; virando rotina.</p>
<p>Se os editores continuar&atilde;o sendo imprescind&iacute;veis, por que esse t&iacute;tulo provocativo? Na verdade o editor nunca saiu de cena. Ele n&atilde;o precisa &ldquo;voltar&rdquo;, porque afinal, nunca &ldquo;foi&rdquo;.</p>
<p>Quem &ldquo;matou&rdquo; o editor foram as profecias catastr&oacute;ficas de que o jornal do futuro seria todo editado por computadores. Isso ocorreu sobretudo ap&oacute;s a populariza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os como o <strong><a title="http://news.google.com/" href="http://news.google.com/" target="_blank">Google News</a></strong>, cujos misteriosos algoritmos traziam aos leitores resumos das principais not&iacute;cias &ndash; e os internautas pareciam dar-se por satisfeitos.</p>
<p>Em agosto do ano passado, o Google News jogou a toalha. Na <em>homepage</em> de sua <strong><a title="http://news.google.com/?edchanged=1&amp;ned=us&amp;authuser=0" href="http://news.google.com/?edchanged=1&amp;ned=us&amp;authuser=0" target="_blank">vers&atilde;o dos EUA</a></strong> surgiu uma <strong><a title="http://mashable.com/2011/08/04/google-news-editors-pick/" href="http://mashable.com/2011/08/04/google-news-editors-pick/" target="_blank">se&ccedil;&atilde;o denominada &ldquo;Editors&acute; Picks"</a></strong>. Nela, as not&iacute;cias em destaque em v&aacute;rios websites &ndash; o que corresponde ao trabalho do Editor &ndash; passaram a ser exibidas. O Google News deixou de ser um servi&ccedil;o 100% robotizado.</p>
<p>Por isso, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas que o trabalho do editor est&aacute; mais vivo do que nunca. Ele jamais ser&aacute; substitu&iacute;do por m&aacute;quinas. O bom trabalho jornal&iacute;stico conta com a emo&ccedil;&atilde;o, com a sensibilidade, o instinto informativo que um computador, por mais avan&ccedil;ado que seja, jamais poder&aacute; ter. O Google News pode ser &uacute;til, mas n&atilde;o &eacute; um produto jornal&iacute;stico.</p>
<p><strong>O PAPEL DA TECNOLOGIA</strong></p>
<p>Na pr&aacute;tica, o que vemos &eacute; o surgimento de v&aacute;rios servi&ccedil;os de &ldquo;curadoria tecnol&oacute;gica&rdquo;, que at&eacute; fazem bem o seu papel. Mas falta-lhes o toque humano, indispens&aacute;vel no trabalho jornal&iacute;stico.</p>
<p>Cito um exemplo: o aplicativo <strong><a title="http://zite.com/" href="http://zite.com/" target="_blank">Zite</a></strong>, no momento dispon&iacute;vel apenas para iPhone, iPad e para o TouchPad, da HP. O Zite &eacute; uma revista personaliz&aacute;vel, que agrega conte&uacute;dos de v&aacute;rios sites. Se voc&ecirc; quiser ler, por exemplo, not&iacute;cias sobre &ldquo;redes sociais&rdquo;, ele faz uma &oacute;tima sele&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos. Para aprimorar a sele&ccedil;&atilde;o, ele incorpora comandos para informar se tal mat&eacute;ria foi relevante ou n&atilde;o. Conforme a resposta, ele reconfigura as futuras sele&ccedil;&otilde;es. Tudo isso com um design muito bonito, que torna a leitura e a navega&ccedil;&atilde;o bem agrad&aacute;veis.</p>
<p>Falta ao Zite, contudo, o trabalho do editor. Ele traz &oacute;timas not&iacute;cias sobre os assuntos da prefer&ecirc;ncia do usu&aacute;rio, mas n&atilde;o h&aacute; hierarquia, n&atilde;o h&aacute; sugest&otilde;es de relev&acirc;ncia de not&iacute;cias. Todas s&atilde;o apresentadas com igual destaque, e n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil saber quais realmente s&atilde;o as melhores.</p>
<p>Em agosto de 2011, o Zite foi comprado pela CNN (fato que foi bem relatado no <strong><a title="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/10/26/por-que-a-cnn-comprou-a-zite/" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/10/26/por-que-a-cnn-comprou-a-zite/" target="_blank">blog do colega Tiago D&oacute;ria</a></strong>). O interesse era evidente: a sua solu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. Ali&aacute;s, h&aacute; pouco mencionei, em outro artigo, o quanto as <strong><a title="http://www.nethics.com.br/blog/2012/1/12/empresas-jornalisticas-apostam-em-startups-de-tecnologia.html" href="http://www.nethics.com.br/blog/2012/1/12/empresas-jornalisticas-apostam-em-startups-de-tecnologia.html" target="_blank">empresas jornal&iacute;sticas est&atilde;o apostando em startups tecnol&oacute;gicas</a></strong>, seja investindo nelas ou adquirindo outras. Se a CNN absorveu o Zite, &eacute; porque aposta no crescente papel da tecnologia.</p>
<p>H&aacute; pouco tempo, revendo uma apresenta&ccedil;&atilde;o dos <strong><a title="http://www.bbc.co.uk/blogs/aboutthebbc/2011/06/connected-storytelling-one-service-ten-products-four-screens.shtml" href="http://www.bbc.co.uk/blogs/aboutthebbc/2011/06/connected-storytelling-one-service-ten-products-four-screens.shtml" target="_blank">futuros projetos da BBC</a></strong> inglesa, um dos slides me chamou a aten&ccedil;&atilde;o. Era o slide 17, e que est&aacute; reproduzido na imagem. Nele a BBC mostrava, em junho de 2011, os pilares de sua estrat&eacute;gia de conex&atilde;o com a audi&ecirc;ncia, e que podem ser traduzidos como: Editorial + Algoritmos + Redes Sociais.</p>
<p>Salvo alguma nova revolu&ccedil;&atilde;o imprevis&iacute;vel, o cen&aacute;rio para os pr&oacute;ximos anos tem tudo para ser uma combina&ccedil;&atilde;o desses aspectos. O trabalho jornal&iacute;stico n&atilde;o dispensar&aacute; jamais o papel do editor (tanto que surge em primeiro lugar nessa descri&ccedil;&atilde;o), mas este ser&aacute; cada vez mais complementado por ferramentas tecnol&oacute;gicas e pelo poder galopante das redes sociais.</p>
<p><strong>O PODER DE INFLU&Ecirc;NCIA DAS REDES SOCIAIS</strong></p>
<p>Estas redes, por sua vez, tamb&eacute;m n&atilde;o param de crescer em protagonismo. Um trabalho jornal&iacute;stico de costas ao que se comenta nas redes sociais est&aacute; desconectado da realidade. Por certo, as redes sociais est&atilde;o pautando cada vez mais as m&iacute;dias tradicionais. L&aacute; as not&iacute;cias se espalham mais r&aacute;pido, e muitas vezes, &eacute; a primeira fonte informativa de um determinado acontecimento.</p>
<p>Monitorar as redes sociais &eacute; uma pr&aacute;tica hoje consagrada. H&aacute; v&aacute;rios servi&ccedil;os especializados nisso, sendo que um dos mais recentes e mais promissores &eacute; o <strong><a title="http://storify.com/" href="http://storify.com/" target="_blank">Storify</a></strong>. Ele permite fazer buscas por palavra-chave em redes sociais como Facebook, Twitter, You Tube, Flickr, Instagram, entre outras. Assim, o usu&aacute;rio pode extrair dessas redes informa&ccedil;&otilde;es sobre o que est&aacute; sendo falado sobre um tema, e de uma maneira bem organizada.</p>
<p>Mas n&atilde;o basta apenas monitorar. O interessante &eacute; oferecer a informa&ccedil;&atilde;o, e ao mesmo tempo, os coment&aacute;rios desse tema nas redes sociais. Quem nunca assistiu a um debate eleitoral na TV, e ao mesmo tempo, acompanhou no Twitter os coment&aacute;rios do p&uacute;blico? Por que n&atilde;o oferecer tudo isso junto na mesma tela? N&atilde;o &eacute; verdade que os coment&aacute;rios sobre um assunto muitas vezes oferecem uma vis&atilde;o complementar bastante valiosa, que merece ser lida? Como todos sabem, a comunica&ccedil;&atilde;o hoje &eacute; uma via de m&atilde;o dupla. A m&atilde;o &uacute;nica faz parte do passado.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que as empresas jornal&iacute;sticas sabem que cruzar seus conte&uacute;dos com as redes sociais &eacute; hoje uma estrat&eacute;gia vital. No Facebook j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel encontrar aplicativos jornal&iacute;sticos muito interessantes, como os do <strong><a title="http://apps.facebook.com/theguardian" href="http://apps.facebook.com/theguardian" target="_blank">Guardian</a></strong>, <strong><a title="http://apps.facebook.com/wpsocialreader" href="http://apps.facebook.com/wpsocialreader" target="_blank">Washington Post</a></strong> e <strong><a title="http://apps.facebook.com/usatodayplusme" href="http://apps.facebook.com/usatodayplusme" target="_blank">USA Today</a></strong>.</p>
<p>Neles, a grande sacada &eacute; mostrar quais artigos os amigos leram. Eu mesmo j&aacute; li v&aacute;rios, s&oacute; por saber que algum amigo leu determinada not&iacute;cia. Fazia tempo que eu n&atilde;o visitava sites desses tr&ecirc;s jornais. Entrei recentemente gra&ccedil;as &agrave; indica&ccedil;&atilde;o dos amigos. Tais indica&ccedil;&otilde;es exercem uma influ&ecirc;ncia muito grande em n&oacute;s. E d&aacute; para notar o quanto os websites t&ecirc;m ganho uma audi&ecirc;ncia inesperada gra&ccedil;as a essa &ldquo;curadoria social&rdquo;.</p>
<p>E mesmo assim, o papel do editor n&atilde;o desaparece nesses aplicativos. No do Washington Post, por exemplo, na p&aacute;gina inicial s&atilde;o apresentadas not&iacute;cias em destaque, selecionadas pelos jornalistas, e na lateral, s&atilde;o vistas as not&iacute;cias lidas pelos amigos. O editor desempenha um papel relevante nesse servi&ccedil;o, que est&aacute; integrado a uma rede social.</p>
<p>Enfim, o tema ainda permite muita discuss&atilde;o. Espero desdobr&aacute;-lo ainda mais em futuros posts.</p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2012/1/29/a-volta-do-editor-o-fator-humano-e-o-futuro-da-internet.html&;layout=standard&
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<p>&nbsp;</p>]]></description><wfw:commentRss>http://www.nethics.com.br/blog/rss-comments-entry-14782077.xml</wfw:commentRss></item><item><title>Empresas jornalísticas apostam em startups de tecnologia</title><dc:creator>Christian Marra</dc:creator><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 14:27:10 +0000</pubDate><link>http://www.nethics.com.br/blog/2012/1/12/empresas-jornalisticas-apostam-em-startups-de-tecnologia.html</link><guid isPermaLink="false">529198:6061938:14549703</guid><description><![CDATA[<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2012/1/12/empresas-jornalisticas-apostam-em-startups-de-tecnologia.html&;layout=standard&
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<p><strong><span class="full-image-float-left ssNonEditable" style="display: inline !important;"><span><img style="width: 210px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/innovation2.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899111536" alt="" /></span></span></strong></p>
<div>
<div id="_mcePaste"><strong>Christian Marra<br />&nbsp;</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Com o crescente papel da tecnologia em todas as etapas do trabalho jornal&iacute;stico, &eacute; natural que as empresas do setor passem a investir, cada vez mais, em tecnologias aplicadas ao seu neg&oacute;cio. Elas est&atilde;o aprendendo que n&atilde;o d&aacute; para bater de frente com a revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica; &eacute; preciso surfar na mesma onda, antes que ela as derrube.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Por isso, num movimento ousado, algumas delas est&atilde;o apostando em incubar pequenas startups de tecnologia, que desenvolvem solu&ccedil;&otilde;es aplicadas ao neg&oacute;cio jornal&iacute;stico. Recentemente, foram anunciados interessantes movimentos desse tipo.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />O grupo de m&iacute;dia Philadelphia Media Network (que edita os jornais The Philadelphia Inquirer, Philadelphia Daily News e o portal Philly.com), por exemplo, <strong><a title="http://articles.philly.com/2012-01-04/business/30589233_1_tech-incubators-previous-firm-office-space" href="http://articles.philly.com/2012-01-04/business/30589233_1_tech-incubators-previous-firm-office-space" target="_blank">anunciou o investimento em tr&ecirc;s pequenas startups</a></strong> que passar&atilde;o a funcionar dentro de suas instala&ccedil;&otilde;es: uma delas focada no desenvolvimento de interfaces para a r&aacute;pida cria&ccedil;&atilde;o de aplicativos mobile, outra centrada num aplicativo para digitalizar cupons impressos de descontos e outra que desenvolve um aplicativo Web orientado a promover enquetes eleitorais junto aos leitores.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Ainda nos EUA, o grupo Digital First Media, sediado em Nova York e que controla o MediaNews Group e o Journal Register Company &ndash; que agregam numerosos ve&iacute;culos jornal&iacute;sticos espalhados pelo pa&iacute;s &ndash; anunciou, em dezembro de 2011, que neste ano <strong><a title="http://www.knightdigitalmediacenter.org/news_blog/comments/20111213_digital_first_media_launching_news_technology_incubator" href="http://www.knightdigitalmediacenter.org/news_blog/comments/20111213_digital_first_media_launching_news_technology_incubator" target="_blank">investir&aacute; em startups de tecnologia</a></strong> para encontrar solu&ccedil;&otilde;es para conte&uacute;dos, publicidade e an&aacute;lises de audi&ecirc;ncia.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />O Financial Times, por sua vez, anunciou h&aacute; poucas semanas a <strong><a title="http://eu.techcrunch.com/2012/01/05/ft-buys-assanka-the-developer-of-its-html5-web-app/" href="http://eu.techcrunch.com/2012/01/05/ft-buys-assanka-the-developer-of-its-html5-web-app/" target="_blank">aquisi&ccedil;&atilde;o da pequena empresa de tecnologia</a></strong> que desenvolveu seu Web App para dispositivos m&oacute;veis em HTML5, e que virou um paradigma mundial pois permitiu-lhe escapar das restri&ccedil;&otilde;es impostas pela Apple em sua loja de aplicativos.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Outro caso &eacute; o do New York Times, que j&aacute; h&aacute; um certo tempo investe no seu pr&oacute;prio laborat&oacute;rio de tecnologias aplicadas ao jornalismo, conhecido como projeto <strong><a title="http://beta620.nytimes.com/2011/08/07/intro-beta620-post/" href="http://beta620.nytimes.com/2011/08/07/intro-beta620-post/" target="_blank">beta620</a></strong>. Outra aposta voltada fundamentalmente ao desenvolvimento tecnol&oacute;gico.</div>
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<div><br />Tecnologia n&atilde;o &eacute; o cerne da atividade jornal&iacute;stica: o cora&ccedil;&atilde;o da empresa &eacute; e sempre ser&aacute; a Reda&ccedil;&atilde;o, o talento do jornalista, a qualidade dos conte&uacute;dos elaborados. Mas a tecnologia est&aacute; cada vez mais presente em todas as etapas desse trabalho: na apura&ccedil;&atilde;o, na reda&ccedil;&atilde;o de textos, na edi&ccedil;&atilde;o, na distribui&ccedil;&atilde;o, etc. Ela afeta tanto o trabalho dos rep&oacute;rteres e editores quanto dos profissionais do comercial. Especialmente quando se fala em distribui&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o, conquista de audi&ecirc;ncias, intera&ccedil;&atilde;o com o leitor, envolvimento do leitor como fonte, t&eacute;cnicas de apresenta&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos, entre muitas outras formas.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Se durante muitas d&eacute;cadas as empresas informativas funcionaram num regime basicamente de rela&ccedil;&otilde;es entre o Editorial e o Comercial, vislumbramos um cen&aacute;rio que caminha para um trip&eacute; Editorial + Comercial + Tecnologia. Seu protagonismo &eacute; crescente, e isso significa romper uma cultura centen&aacute;ria de processos internos.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />H&aacute; pouco tempo conversei com uma jornalista que visitou as instala&ccedil;&otilde;es do <strong><a title="http://www.guardian.co.uk/" href="http://www.guardian.co.uk/" target="_blank">The Guardian</a></strong>, em Londres. Ela me contou que a mentalidade por l&aacute; &eacute; parecida com a de uma empresa do Vale do Sil&iacute;cio, na Calif&oacute;rnia, a Meca das empresas de alta tecnologia de todo o mundo. Programadores, jornalistas e executivos fazem reuni&otilde;es peri&oacute;dicas para discutir novas ideias, bolar novos produtos e servi&ccedil;os, num grande brainstorm para que a empresa encontre solu&ccedil;&otilde;es inovadoras. O resultado disso &eacute; a presen&ccedil;a do Guardian em todo tipo de plataforma digital nos dias de hoje. Seu aplicativo <strong><a title="http://apps.facebook.com/theguardian/" href="http://apps.facebook.com/theguardian/" target="_blank">The Guardian on Facebook</a></strong> atrai leitores que antes n&atilde;o liam seu notici&aacute;rio, conquistando assim novas audi&ecirc;ncias &ndash; muitas delas, jovens. &Eacute; a inova&ccedil;&atilde;o originando resultados comerciais.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Mathew Ingram, articulista do site GigaOM, j&aacute; havia levantado essa bola em meados de 2011. Segundo ele, inova&ccedil;&atilde;o &eacute; a palavra de ordem nas empresas jornal&iacute;sticas que querem sair da mesmice. Ele defende a ideia de que <strong><a title="http://gigaom.com/2011/06/03/what-media-companies-need-to-learn-from-startups/" href="http://gigaom.com/2011/06/03/what-media-companies-need-to-learn-from-startups/" target="_blank">as empresas jornal&iacute;sticas t&ecirc;m muito a aprender com as startups tecnol&oacute;gicas</a></strong>.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />John Paul Titlow, que tamb&eacute;m <strong><a title="http://www.readwriteweb.com/archives/philadelphia_inquirer_startup_incubator.php" href="http://www.readwriteweb.com/archives/philadelphia_inquirer_startup_incubator.php" target="_blank">discutiu o papel das empresas jornal&iacute;sticas como incubadoras de startups</a></strong>, afirma que essa estrat&eacute;gia &eacute;, no m&iacute;nimo, uma grande jogada de marketing: muda radicalmente a imagem de uma empresa com d&eacute;cadas de tradi&ccedil;&atilde;o no impresso.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Mas n&atilde;o basta contratar um enorme time de programadores, que gastar&atilde;o seu tempo criando todo o tipo de ferramentas e dispositivos revolucion&aacute;rios. Apostar em tecnologias, sem que haja di&aacute;logo com os editores e os executivos da &aacute;rea comercial, &eacute; um investimento in&uacute;til. H&aacute; jornais no Brasil (que n&atilde;o s&atilde;o pequenos) cujo setor comercial mal sabe vender an&uacute;ncios para sua p&aacute;gina web. A converg&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica n&atilde;o ocorre s&oacute; na reda&ccedil;&atilde;o; deve envolver tamb&eacute;m o comercial. O trip&eacute; precisa estar bem assentado.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><br />Apostar em tecnologia &eacute; um movimento crucial nos dias de hoje. Mas &eacute; importante que haja interlocutores &agrave; altura nos demais setores de um jornal. Em resumo, que a cultura digital permeie todas as inst&acirc;ncias da empresa. Nota-se o quanto &eacute; imprescind&iacute;vel que os profissionais do futuro - praticamente em todas as &aacute;reas - tenham um m&iacute;nimo de desenvoltura para manusear - ou no m&iacute;nimo dialogar - com os profissionais da tecnologia. N&atilde;o adianta nadar contra a corrente, por mais que ela possa despertar todo tipo de alergias. O futuro passa inevitavelmente por a&iacute;.</div>
</div>
<p><br /><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2012/1/12/empresas-jornalisticas-apostam-em-startups-de-tecnologia.html&;layout=standard&
2.show_faces=false&width=500&action=like&colorscheme=light&height=25&locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:500px;height:25px;" allowTransparency="true"></iframe></p>]]></description><wfw:commentRss>http://www.nethics.com.br/blog/rss-comments-entry-14549703.xml</wfw:commentRss></item><item><title>Nethics desenvolve aplicativos para iPhone e iPad para a EPTV</title><dc:creator>Christian Marra</dc:creator><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 14:25:25 +0000</pubDate><link>http://www.nethics.com.br/blog/2011/10/28/nethics-desenvolve-aplicativos-para-iphone-e-ipad-para-a-ept.html</link><guid isPermaLink="false">529198:6061938:13497931</guid><description><![CDATA[<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/10/28/nethics-desenvolve-aplicativos-para-iphone-e-ipad-para-a-ept.html&;layout=standard&
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<p><strong>Christian Marra</strong></p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><a href="http://itunes.apple.com/br/app/epnoticia/id451015972?mt=8" target="_blank"><img style="width: 215px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/EPTV_ipad_1.PNG?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899137787" alt="" /></a></span></span>A <strong><a href="http://eptv.globo.com/" target="_blank">EPTV</a></strong>,&nbsp;uma das principais afiliadas da TV Globo (cuja cobertura abrange parte do interior de S&atilde;o Paulo e do sul de Minas Gerais), &eacute; uma das primeiras empresas a apostar no notici&aacute;rio hiper-local e nas ferramentas de interatividade por meio de aplicativos para iPhone e iPad.</p>
<p>Desenvolvidos pela Nethics&nbsp;, o<strong>&nbsp;<a href="http://itunes.apple.com/br/app/epnoticia/id451015972?mt=8" target="_blank">EPNot&iacute;cia</a></strong>&nbsp;&eacute; um aplicativo que traz o notici&aacute;rio local de cidades como Campinas, Ribeir&atilde;o Preto e Piracicaba. Nele, o usu&aacute;rio pode escolher, por meio de um comando,&nbsp;a cidade da qual deseja receber not&iacute;cias em tempo real. Estas, por sua vez, podem ser compartilhadas nas principais redes sociais dos usu&aacute;rios, como Facebook e Twitter, ou mesmo por email.</p>
<p>Al&eacute;m de not&iacute;cias locais, segmentadas por editorias (Economia, Esportes, Servi&ccedil;os, Sa&uacute;de, Educa&ccedil;&atilde;o, etc.), os aplicativos oferecem uma se&ccedil;&atilde;o multim&iacute;dia, com v&iacute;deos das principais reportagens dos telejornais da EPTV e galerias de imagens dos principais fatos locais.</p>
<p>Tamb&eacute;m merece destaque a se&ccedil;&atilde;o VC &eacute; a Not&iacute;cia, na qual o usu&aacute;rio pode utilizar a pr&oacute;pria c&acirc;mera do iPhone ou do iPad2 para registrar fatos marcantes e envi&aacute;-las &agrave; reda&ccedil;&atilde;o da EPTV.</p>
<p>O servi&ccedil;o VC &eacute; a Not&iacute;cia j&aacute; existe no website da EPTV. Mas quando &eacute; integrado a um smartphone ou tablet, por meio de um aplicativo, o p&uacute;blico ganha um instrumento de uso f&aacute;cil e manuseio &aacute;gil para colaborar com informa&ccedil;&otilde;es relevantes, de interesse p&uacute;blico, participando diretamente do processo informativo. Isso aproxima ainda mais o cidad&atilde;o do ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o, e os resultados podem ser positivos na sociedade.</p>
<p>O download dos aplicativos &eacute; gratuito. Em breve, os aplicativos dever&atilde;o oferecer publicidade local, dirigidas a cada p&uacute;blico regional.</p>
<p>Sediada em Campinas, a EPTV possui sedes regionais em Ribeir&atilde;o Preto, S&atilde;o Carlos e Varginha, no sul de MG. Atendendo a essas cidades e &agrave;s de seu entorno, sua cobertura abrange 298 munic&iacute;pios de uma das mais ricas regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/10/28/nethics-desenvolve-aplicativos-para-iphone-e-ipad-para-a-ept.html&;layout=standard&
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2.show_faces=false&width=500&action=like&colorscheme=light&height=25&locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:250px;height:25px;" allowTransparency="true"></iframe></p>
<p><strong><br /><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img style="width: 200px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/Conferencia_Master_Digital_Midias_Moveis_3.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1316626322190" alt="" /></span><span class="thumbnail-caption" style="width: 200px;">(Fotos: Elza Albuquerque)</span></span>Christian Marra</strong></p>
<p><em>Neste artigo est&atilde;o expostas as principais ideias que foram debatidas em minha palestra no programa <a title="http://www.masteremjornalismo.org.br/master/digital/" href="http://www.masteremjornalismo.org.br/master/digital/" target="_blank"><strong>Master em Jornalismo Digital</strong></a>, do <a title="http://www.iics.edu.br/" href="http://www.iics.edu.br/" target="_blank"><strong>IICS</strong></a>, em S&atilde;o Paulo (foto), realizada no dia 16 de setembro.</em></p>
<p>Algumas reda&ccedil;&otilde;es pelo Brasil j&aacute; come&ccedil;am a criar equipes dedicadas a projetos para informa&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica em dispositivos m&oacute;veis. As empresas sabem que atuar nessas novas m&iacute;dias &eacute; um caminho sem volta, e buscam ganhar uma experi&ecirc;ncia que, ainda que n&atilde;o traga resultados em curto prazo, mais adiante trar&aacute;, sem d&uacute;vida, uma enorme vantagem competitiva.&nbsp;Elas sabem que &eacute; preciso aprender, desde j&aacute;, a qualificar profissionais, contornar problemas de tecnologia, conhecer h&aacute;bitos de leitura do seu p&uacute;blico, identificar que conte&uacute;dos oferecer e de que maneira, encontrar um modelo de neg&oacute;cio para rentabilizar esses projetos, entre outras in&uacute;meras li&ccedil;&otilde;es que s&oacute; a experi&ecirc;ncia proporciona.</p>
<p>E nessas reda&ccedil;&otilde;es come&ccedil;a a surgir um profissional com um novo perfil, espec&iacute;fico para atuar em tais projetos: o <strong>Analista de Produto para Dispositivos M&oacute;veis</strong>. O nome da fun&ccedil;&atilde;o pode variar, mas seu papel passar&aacute; a ser essencial nas novas equipes de planejamento de projetos de comunica&ccedil;&atilde;o. Sua fun&ccedil;&atilde;o &eacute; dialogar com os respons&aacute;veis pelo jornal, pelo website, por um programa de TV, etc., estudando como o produto informativo para smartphones e tablets ir&aacute; complementar o pacote de informa&ccedil;&otilde;es a ser oferecido ao p&uacute;blico.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; uma tarefa simples. A presen&ccedil;a de um analista de produto para dispositivos m&oacute;veis &eacute; um elemento a mais a atuar nos processos internos de uma empresa informativa. Isso implica num redesenho desses processos, que passar&atilde;o a incluir este novo integrante a partir de agora. Mudan&ccedil;as desse tipo s&atilde;o sempre complicadas, e s&oacute; se ajustam ap&oacute;s numerosos esfor&ccedil;os de tentativa e erro.</p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.nethics.com.br/storage/IMG_1017.JPG?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1316620593497" alt="" /></span></span>Entre as capacidades requeridas a esse profissional, poderiam ser listadas in&uacute;meras, evidentemente. Sintetizando em alguns aspectos fundamentais, pode ser destacada a necessidade de um dom&iacute;nio de quest&otilde;es relativas a <strong>conte&uacute;do</strong>, <strong>tecnologia </strong>e <strong>neg&oacute;cio</strong>, sempre orientadas ao <em>modus operandi</em> das m&iacute;dias m&oacute;veis.</p>
<p>De fato, um profissional desse tipo, numa empresa informativa, precisa mesclar essas habilidades. &Eacute; necess&aacute;rio compreender quest&otilde;es editoriais, ter faro jornal&iacute;stico, dominar os fundamentos da tecnologia embarcada em dispositivos m&oacute;veis (de forma a tirar o m&aacute;ximo proveito das suas funcionalidades), al&eacute;m de uma vis&atilde;o comercial que lhe permita testar um formato rent&aacute;vel para o neg&oacute;cio (talvez o mais dif&iacute;cil at&eacute; agora).</p>
<p><strong>Conte&uacute;dos</strong></p>
<p>Com rela&ccedil;&atilde;o a conte&uacute;dos, o analista deve sempre planej&aacute;-los levando em conta a vari&aacute;vel &ldquo;mobilidade&rdquo;: quais conte&uacute;dos podem ser relevantes a algu&eacute;m que n&atilde;o disp&otilde;e de nenhuma outra m&iacute;dia para encontrar informa&ccedil;&atilde;o, e que pode estar em qualquer lugar? A mobilidade permite atingir a audi&ecirc;ncia seja l&aacute; onde ela estiver. O que &eacute; relevante oferecer ao usu&aacute;rio, de forma que ele possa obter essa informa&ccedil;&atilde;o em qualquer lugar que esteja?</p>
<p>Como &eacute; l&oacute;gico, projetos para dispositivos m&oacute;veis incluem tanto smartphones quanto tablets. E como eles s&atilde;o diferentes &ndash; especialmente quanto &agrave;s dimens&otilde;es de cada um &ndash;, um projeto n&atilde;o pode ser igual para ambos. Cada projeto deve levar em conta os recursos tecnol&oacute;gicos e as limita&ccedil;&otilde;es que cada um possui.</p>
<p>Projetos para smartphones (seja ele um aplicativo ou site mobile), em virtude das limitadas dimens&otilde;es de suas telas, podem ser mais enxutos, objetivos, focados num determinado conte&uacute;do ou finalidade. Podem ser mais segmentados, oferecendo uma informa&ccedil;&atilde;o ou um servi&ccedil;o mais dirigido. N&atilde;o se pode pensar em portais de not&iacute;cias embutidos num smartphone. &Eacute; muita informa&ccedil;&atilde;o para um espa&ccedil;o pequeno, e isso compromete a navega&ccedil;&atilde;o e a obten&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o desejada. Nos tablets, tais conte&uacute;dos podem ser mais amplos. Em resumo: projetos diferenciados para cada uma dessas m&iacute;dias.</p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><a href="http://itunes.apple.com/br/app/epnoticia/id451015972?mt=8" target="_blank"><img style="width: 250px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/Apps_camera_2.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1316626303967" alt="" /></a></span><span class="thumbnail-caption" style="width: 250px;">Aplicativo da EPTV explora a c&acirc;mera do iPhone e estimula as contribui&ccedil;&otilde;es dos usu&aacute;rios.</span></span>E ao planejar conte&uacute;dos, os aplicativos <em>mobile</em> oferecem a &oacute;tima possibilidade de serem integrados &agrave;s funcionalidades dos aparelhos. Podem tirar proveito de suas c&acirc;meras (como neste caso da EPTV, de Campinas, da imagem ao lado), de suas ferramentas de compartilhamento nas redes sociais, do GPS, da oferta de mapas e rotas de deslocamento nas vias, de calculadoras, das ferramentas de email, do calend&aacute;rio, do aceler&ocirc;metro, entre muitas outras. Explorando bem tudo isso, o resultado costuma ser &uacute;til e interessante ao usu&aacute;rio. Os exemplos que poderiam ser citados s&atilde;o in&uacute;meros.</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>Quanto &agrave;s quest&otilde;es tecnol&oacute;gicas, a primeira decis&atilde;o &eacute; definir que tipo de projeto &eacute; o mais adequado. Um aplicativo? Um site para navegadores nativos dos smartphones? Os dois? Ou arriscar um projeto em HTML5, de modo a se criar um aplicativo web? Logicamente, dominar estas tecnologias &eacute; o ponto de partida para este tipo de defini&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Al&eacute;m disso, a cria&ccedil;&atilde;o de aplicativos sup&otilde;e contornar um gargalo habitual: a disponibilidade de profissionais da &aacute;rea de TI. Toda empresa tem a sua equipe, mas ela normalmente est&aacute; sobrecarregada de trabalho. Desenvolver um aplicativo que seja abastecido por informa&ccedil;&otilde;es online depende tamb&eacute;m dessa equipe, pois &eacute; necess&aacute;rio criar um servi&ccedil;o web para gerenciar os conte&uacute;dos do aplicativo. &Eacute; uma importante quest&atilde;o que deve entrar na pauta do analista de produto.</p>
<p><strong>Neg&oacute;cio</strong></p>
<p>E por fim, esse analista precisa ter tamb&eacute;m a vis&atilde;o do neg&oacute;cio. Conhecer o modelo de micro-pagamentos das lojas de aplicativos, os valores que ficam como &ldquo;ped&aacute;gio&rdquo; para as lojas oficiais de aplicativos, definir se o servi&ccedil;o ser&aacute; gratuito, pago, parcialmente pago ou contar&aacute; com publicidade, identificar eventuais patrocinadores, avaliar seu potencial de mercado, conhecer os h&aacute;bitos de uso por parte do usu&aacute;rio, analisar m&eacute;tricas de uso, etc.</p>
<p>Vale acrescentar &ndash; e essa conclus&atilde;o &eacute; fruto de v&aacute;rios debates no mundo acad&ecirc;mico e empresarial &ndash; que n&atilde;o se pode hoje pensar num modelo de neg&oacute;cio definitivo, padronizado, tal como sempre funcionou nas m&iacute;dias tradicionais. Nos dias de hoje, com o r&aacute;pido avan&ccedil;o da tecnologia &ndash; e que sempre tem um impacto nos servi&ccedil;os jornal&iacute;sticos &ndash;, lidar com essas mudan&ccedil;as de cen&aacute;rio virou algo normal, e n&atilde;o extraordin&aacute;rio.</p>
<p>O modelo de neg&oacute;cio que funciona hoje, para um determinado projeto, pode n&atilde;o funcionar mais daqui a um ano ou dois. O modelo hoje &eacute; vari&aacute;vel, din&acirc;mico, tal como a tecnologia. Costumo me referir a ele &ndash; como j&aacute; ouvi de um especialista na &aacute;rea, numa ocasi&atilde;o &ndash; como um &ldquo;modelo beta&rdquo;, ou seja, um modelo em &ldquo;vers&atilde;o beta&rdquo;, que n&atilde;o &eacute; definitivo. Ele est&aacute; em desenvolvimento permanente, e sua regra varia conforme o per&iacute;odo. Isso exige criatividade e originalidade o tempo todo.</p>
<p>Em resumo, nesses tr&ecirc;s &acirc;mbitos pesam, em linhas gerais, grande parte das demandas de um analista de produto para m&iacute;dias m&oacute;veis. Um profissional que ser&aacute; cada vez mais comum nas reda&ccedil;&otilde;es, embora ainda escasso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/9/21/bases-para-o-planejamento-de-projetos-em-midias-moveis.html&;layout=standard&
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<p><strong><span class="full-image-float-left ssNonEditable" style="display: inline !important;"><span><a href="http://itunes.apple.com/br/app/id452170954?mt=8" target="_blank"><img style="width: 220px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/Freio_1.PNG?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899239462" alt="" /></a></span></span></strong></p>
<div id="_mcePaste"><strong>Christian Marra</strong></div>
<div><strong><br /></strong></div>
<p>J&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel para download na App Store da Apple o aplicativo &ldquo;<strong><a title="http://itunes.apple.com/app/id452170954?mt=8#" href="http://itunes.apple.com/br/app/id452170954?mt=8" target="_blank">Voc&ecirc; no Freio</a></strong>&rdquo;, dirigido aos entusiastas do <strong><a title="http://www.canalrural.com.br/especial/rs/freio-de-ouro-2011/capa,1041,0,0,0,Home.html" href="http://www.canalrural.com.br/especial/rs/freio-de-ouro-2011/capa,1041,0,0,0,Home.html" target="_blank">Freio de Ouro</a></strong>, maior competi&ccedil;&atilde;o de cavalos crioulos do Brasil, que conta com cobertura completa do <strong><a title="http://www.canalrural.com.br/" href="http://www.canalrural.com.br/" target="_blank">Canal Rural</a></strong>, do Grupo RBS.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<p>O novo aplicativo re&uacute;ne basicamente duas funcionalidades: criar fotos personalizadas, com a marca &ldquo;Freio de Ouro&rdquo;, e ferramentas para seu compartilhamento em redes sociais (Facebook e Twitter). O usu&aacute;rio pode tanto utilizar fotos de seu &aacute;lbum quanto tirar novas fotos antes de compartilh&aacute;-las, sempre aplicando uma moldura especial, com a marca da competi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<p>O aplicativo foi idealizado pela equipe de planejamento de m&iacute;dias digitais do Canal Rural, que contou com o suporte de seus profissionais de design. A Nethics, por sua vez, em contato cont&iacute;nuo com essa equipe, encarregou-se do desenvolvimento, testes e homologa&ccedil;&atilde;o do aplicativo. Ele pode ser baixado gratuitamente na App Store.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<p>O Freio de Ouro &eacute; uma competi&ccedil;&atilde;o que existe h&aacute; 30 anos, e o Canal Rural prepara-se para exibir um <strong><a title="http://www.canalrural.com.br/especial/rs/freio-de-ouro-2011/19,1042,3404950,VIDEO-Programa-especial-celebra-os-30-anos-do-Freio-de-Ouro.html" href="http://www.canalrural.com.br/especial/rs/freio-de-ouro-2011/19,1042,3404950,VIDEO-Programa-especial-celebra-os-30-anos-do-Freio-de-Ouro.html" target="_blank">programa especial</a></strong> sobre a disputa, que ser&aacute; exibido horas antes da grande final 2011, marcada para o final de agosto. Os entusiastas do Freio de Ouro poder&atilde;o contar, na ocasi&atilde;o, com este novo aplicativo, registrando os momentos mais marcantes e compartilhando-os com os amigos.</p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/7/29/nethics-conclui-novo-aplicativo-para-o-canal-rural-do-grupo.html&;layout=standard&
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<p>&nbsp;</p>]]></description><wfw:commentRss>http://www.nethics.com.br/blog/rss-comments-entry-12335804.xml</wfw:commentRss></item><item><title>Estratégias para versões tablets de jornais</title><dc:creator>Christian Marra</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:11:51 +0000</pubDate><link>http://www.nethics.com.br/blog/2011/7/27/estrategias-para-verses-tablets-de-jornais.html</link><guid isPermaLink="false">529198:6061938:12302104</guid><description><![CDATA[<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/7/27/estrategias-para-verses-tablets-de-jornais.html&;layout=standard&
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<div id="_mcePaste"><strong><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img style="width: 230px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/news_on_tablets.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899266485" alt="" /></span></span>Christian Marra</strong></div>
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<div id="_mcePaste">Um artigo publicado na p&aacute;gina web da <a title="http://www.editorandpublisher.com/Newsletter/Article/Tablet-Strategies-that-Appeal-to-a-Local-Demographic" href="http://www.editorandpublisher.com/Newsletter/Article/Tablet-Strategies-that-Appeal-to-a-Local-Demographic" target="_blank"><strong>Editor &amp; Publisher</strong></a> traz interessantes vis&otilde;es estrat&eacute;gicas para as empresas jornal&iacute;sticas prepararem-se para a populariza&ccedil;&atilde;o dos tablets, um fen&ocirc;meno irrevers&iacute;vel. Para simplificar, reproduzo abaixo algumas das principais ideias:</div>
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<div><strong>N&atilde;o limitar-se a PDFs<br />&nbsp;</strong></div>
<div>A vers&atilde;o de um jornal para os tablets n&atilde;o pode, de forma alguma, limitar-se a uma vers&atilde;o PDF do jornal. &Eacute; um erro insistir nessa dire&ccedil;&atilde;o. O manuseio de tablets &eacute; completamente diferente de um jornal impresso. Mesmo assim, uma pesquisa do Poynter Institute, realizada em mar&ccedil;o deste ano, revelou que os PDFs ainda prevalecem entre os aplicativos jornal&iacute;sticos.</div>
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<div><strong>Mudan&ccedil;a no comportamento dos leitores</strong></div>
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<div>Os aplicativos para tablets est&atilde;o mudando a maneira de se ler not&iacute;cias. Quanto mais eles se popularizarem, mais essa transforma&ccedil;&atilde;o no comportamento do p&uacute;blico ser&aacute; not&aacute;vel.</div>
<div id="_mcePaste">Nos EUA, estima-se que, at&eacute; 2015, cerca de 1/3 de sua popula&ccedil;&atilde;o possuir&aacute; um tablet. &Eacute; inevit&aacute;vel que os jornais comecem, desde j&aacute;, a preparar-se para atender a essa demanda. Ter&atilde;o que ganhar know how de desenvolvimento, contornar dificuldades t&eacute;cnicas, estudar h&aacute;bitos dos leitores, descobrir formas de rentabilizar esses processos, etc.</div>
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<div><strong>P&uacute;blicos distintos</strong></div>
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<div id="_mcePaste">O usu&aacute;rio de tablets n&atilde;o necessariamente l&ecirc; tamb&eacute;m jornais. Pesquisas t&ecirc;m apontado que o p&uacute;blico nem sempre coincide, ou seja, mais que um processo de &ldquo;migra&ccedil;&atilde;o de plataformas&rdquo;, o que mais se tem observado &eacute; uma atra&ccedil;&atilde;o de novos leitores, que normalmente n&atilde;o l&ecirc;em o jornal. O p&uacute;blico que usa tablets &eacute; mais similar ao dos smartphones, que por sua vez, tamb&eacute;m &eacute; distinto do leitor de jornais. Tudo isso representa uma enorme quebra de cultura profissional nas empresas jornal&iacute;sticas, que precisam ganhar experi&ecirc;ncia quanto antes em plataformas m&oacute;veis.</div>
<div id="_mcePaste">Pesquisas sobre o perfil de usu&aacute;rios de tablets nos EUA mostram que sua maior parte encontra-se na faixa dos 25 aos 45 anos de idade. Essa n&atilde;o &eacute; necessariamente a principal faixa de leitores dos jornais (em geral, essa faixa &eacute; superior). Por isso, n&atilde;o se trata de for&ccedil;ar o leitor de jornais a migrar para os tablets. Muitos far&atilde;o isso naturalmente, mas os conte&uacute;dos em tablets podem servir como &oacute;timo canal para atrair novos leitores, mais jovens, que atualmente n&atilde;o l&ecirc;em jornais.</div>
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<div><strong>Ganhar experi&ecirc;ncia</strong></div>
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<div>Entre as empresas americanas, &eacute; comum a estrat&eacute;gia de atuar em v&aacute;rios nichos da comunica&ccedil;&atilde;o digital (web, mobile) mesmo que eles sejam complementos da principal atividade (TV ou jornal). Isso permite &agrave; empresa ganhar &ldquo;musculatura&rdquo; na &aacute;rea digital, preparando-se solidamente para uma etapa futura quando &ndash; espera-se &ndash; os servi&ccedil;os digitais passarem a representar uma fonte de receitas mais robusta do que hoje (no momento, ainda s&atilde;o ap&ecirc;ndices deficit&aacute;rios, ou que no m&aacute;ximo se equilibram ou alcan&ccedil;am uma margem de lucro pequena).</div>
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<div><strong>Modelos de neg&oacute;cio</strong></div>
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<div id="_mcePaste">Algumas empresas est&atilde;o apostando em aplicativos gratuitos. Outras est&atilde;o cobrando. As que apostam no modelo gratuito est&atilde;o atualmente mais focadas na distribui&ccedil;&atilde;o. Querem conquistar uma parcela alta de usu&aacute;rio para assim tentar seduzir o mercado publicit&aacute;rio, que &eacute; outro mercado ainda inexperiente e imaturo no segmento dos tablets. De fato, publicit&aacute;rios, da mesma maneira, ainda est&atilde;o aprendendo a explorar o potencial das plataformas m&oacute;veis. Trabalhar em conjunto com as empresas do ramo &eacute; uma estrat&eacute;gia importante.</div>
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<div><strong>Terceirizar ou criar equipes pr&oacute;prias?</strong></div>
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<div>No momento, muitas empresas informativas est&atilde;o terceirizando a cria&ccedil;&atilde;o de aplicativos. Os motivos s&atilde;o v&aacute;rios: falta de experi&ecirc;ncia, aus&ecirc;ncia de recursos, terceirizar uma opera&ccedil;&atilde;o que ainda &eacute; pequena, etc. As empresas maiores j&aacute; est&atilde;o criando editorias pr&oacute;prias para tablets. &Eacute; uma tend&ecirc;ncia, tal como foi no come&ccedil;o da web. No futuro, ser&aacute; comum &agrave;s empresas dispor de equipes, compostas por jornalistas, programadores e designers, todos dedicados somente aos servi&ccedil;os m&oacute;veis. Profissionais especializados far&atilde;o parte do processo informativo, dentro do atual processo de integra&ccedil;&atilde;o de plataformas que se v&ecirc; nas reda&ccedil;&otilde;es.</div>
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<div><strong>Personalizar conte&uacute;dos e publicidade</strong></div>
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<div id="_mcePaste">A personaliza&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos n&atilde;o se restringe aos conte&uacute;dos, mas tamb&eacute;m &agrave; publicidade. Por meio das ferramentas de geolocaliza&ccedil;&atilde;o de alguns tablets, dotados de GPS, &eacute; poss&iacute;vel fazer com que, conforme a localidade, conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos e an&uacute;ncios publicit&aacute;rios sejam adequados &agrave; regi&atilde;o do usu&aacute;rio.</div>
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<div><strong>Conhecer h&aacute;bitos de uso</strong></div>
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<div>Infelizmente n&atilde;o h&aacute; ainda no Brasil estudos detalhados sobre os h&aacute;bitos de uso de tablets para a leitura de not&iacute;cias. Nos EUA, alguns estudos j&aacute; come&ccedil;aram a ser divulgados, o que &eacute; uma informa&ccedil;&atilde;o altamente estrat&eacute;gica para o planejamento do aplicativo de uma empresa informativa.</div>
<div id="_mcePaste">Isso leva algumas empresas dos EUA, por exemplo, a publicar boa parte de seus conte&uacute;dos de seu aplicativo no iPad ap&oacute;s &agrave;s 18h, pois sabem que grande parte dos usu&aacute;rios do dispositivo preferem us&aacute;-lo quando chegam em casa, ap&oacute;s o trabalho. Elaborar conte&uacute;dos conforme os h&aacute;bitos de uso dos leitores dever&aacute; ser uma tend&ecirc;ncia.</div>
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<div><strong>Segmenta&ccedil;&atilde;o</strong></div>
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<div>A facilidade de se criar aplicativos e sua elevada potencialidade de segmenta&ccedil;&atilde;o permitem &agrave;s empresas jornal&iacute;sticas explorar ao m&aacute;ximo seus conte&uacute;dos. Eles podem criar in&uacute;meros aplicativos, cada qual com conte&uacute;dos dirigidos a segmentos de leitores (p&uacute;blico infantil, adolescente, jovens profissionais, mulheres, homens, etc). De fato, essa estrat&eacute;gia &eacute; pr&oacute;pria da natureza dos aplicativos, pois estes, normalmente, possuem finalidades espec&iacute;ficas. Aplicativos nunca far&atilde;o o papel, por exemplo, de um portal de not&iacute;cias, com uma quantidade enorme de conte&uacute;dos embutidos. Aplicativos funcionam melhor quando s&atilde;o segmentados &ndash; sobretudo quando elaborados para smartphones.</div>
<div></div>
<p><br /><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/7/27/estrategias-para-verses-tablets-de-jornais.html&;layout=standard&
2.show_faces=false&width=380&action=like&colorscheme=light&height=25&locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:250px;height:25px;" allowTransparency="true"></iframe></p>]]></description><wfw:commentRss>http://www.nethics.com.br/blog/rss-comments-entry-12302104.xml</wfw:commentRss></item><item><title>Tablets e Redes Sociais, uma combinação que pode revolucionar a distribuição de notícias</title><dc:creator>Christian Marra</dc:creator><pubDate>Mon, 30 May 2011 18:48:39 +0000</pubDate><link>http://www.nethics.com.br/blog/2011/5/30/tablets-e-redes-sociais-uma-combinaco-que-pode-revolucionar.html</link><guid isPermaLink="false">529198:6061938:11622038</guid><description><![CDATA[<p><strong><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img style="width: 230px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/Flipboard.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899336991" alt="" /></span></span>Christian Marra</strong></p>
<p>Tablets e redes sociais n&atilde;o param de crescer em popularidade. E se eles individualmente j&aacute; est&atilde;o criando novos h&aacute;bitos de consumo de not&iacute;cias, &eacute; inevit&aacute;vel que, quando combinados, levem a uma mudan&ccedil;a radical na maneira de l&ecirc;-las.</p>
<p>Os primeiros sinais dessa revolu&ccedil;&atilde;o come&ccedil;am a surgir: s&atilde;o os aplicativos para tablets que permitem personalizar os temas e ainda ler as not&iacute;cias que os amigos &ndash; e os amigos dos amigos &ndash; est&atilde;o lendo. Em qualquer lugar. Eles ainda s&atilde;o muito novos e ainda t&ecirc;m muito que evoluir. Mas n&atilde;o d&aacute; para negar que esse produto tende a se desenvolver.</p>
<p>O papel deles, no fundo, &eacute; &ldquo;reapresentar&rdquo; as not&iacute;cias. Usam para isso recursos elegantes e de f&aacute;cil configura&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o geram conte&uacute;dos, apenas os apresentam de uma maneira organizada e de leitura agrad&aacute;vel. E seu modelo de neg&oacute;cio ainda n&atilde;o &eacute; claro. Por enquanto s&atilde;o gratuitos, e v&aacute;rios solicitam donativos aos usu&aacute;rios. Alguns deles apresentam conte&uacute;dos em destaque. Pode ser por a&iacute; um dos caminhos para uma futura fonte de receitas.</p>
<p>Os usu&aacute;rios de tablets &ndash; especialmente do iPad &ndash; contam com v&aacute;rios aplicativos que fazem isso. Esses aplicativos praticamente &ldquo;reinventam&rdquo; os formatos de revistas e jornais. Eles puxam os conte&uacute;dos de sites e blogs de not&iacute;cias, selecionados por temas, que por sua vez, s&atilde;o mesclados com os conte&uacute;dos das p&aacute;ginas sociais do usu&aacute;rio. Assim, &eacute; poss&iacute;vel ler not&iacute;cias personalizadas e saber quais not&iacute;cias os amigos est&atilde;o lendo e compartilhando.</p>
<p>Alguns desses aplicativos formatam p&aacute;ginas das redes sociais e podem ser lidos na forma de uma revista. N&atilde;o &agrave; toa, come&ccedil;am a ser chamados de &ldquo;revistas de redes sociais&rdquo;. Outros concentram-se em conte&uacute;dos de blogs e portais de not&iacute;cias. A&iacute; v&atilde;o alguns dos melhores:</p>
<p><strong>1. Flipboard</strong></p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.nethics.com.br/storage/Flipboard_min.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1306783665443" alt="" width="98" height="127" /></span></span>O maior &iacute;cone dessa categoria &eacute; o badalado <a title="http://flipboard.com/" href="http://flipboard.com/" target="_blank"><strong>Flipboard</strong></a>, escolhido pela pr&oacute;pria Apple como o aplicativo do ano em 2010. Ele tem apar&ecirc;ncia de revista. Agrega os conte&uacute;dos de contas pessoais no Facebook e no Twitter, cujos conte&uacute;dos s&atilde;o &ldquo;editados&rdquo; e podem ser &ldquo;folheados&rdquo;.</p>
<p>Ele tamb&eacute;m pode ser configurado para ler feeds de RSS de v&aacute;rios sites de not&iacute;cias e blogs, que s&atilde;o apresentados com cara de revista. N&atilde;o &eacute; ainda perfeito, mas a experi&ecirc;ncia de uso &eacute; bem agrad&aacute;vel. Seus conte&uacute;dos podem ser compartilhados nas redes sociais. Em resumo, uma combina&ccedil;&atilde;o de funcionalidades bastante atraente. Um <a title="http://www.youtube.com/watch?v=v2vpvEDS00o&amp;feature=player_embedded#at=10" href="http://www.youtube.com/watch?v=v2vpvEDS00o&amp;feature=player_embedded#at=10" target="_blank"><strong>v&iacute;deo</strong></a> explicativo mostra como ele &eacute;.</p>
<p><strong><br />2. Zite</strong></p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.nethics.com.br/storage/Tela_Zite.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1306783413001" alt="" width="267" height="173" /></span></span>Conhecido como uma &ldquo;revista personalizada&rdquo;, o aplicativo <strong><a title="http://www.zite.com/" href="http://www.zite.com/" target="_blank">Zite</a></strong> permite que o usu&aacute;rio selecione por temas os assuntos que gostaria de ser informado. Elas s&atilde;o puxadas dos principais portais e de blogs especializados, e ganham no Zite uma apar&ecirc;ncia de revista. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel receber not&iacute;cias da conta pessoal do Twitter ou do Google Reader.<br /><br />Sua principal diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao Flipboard &eacute; sua capacidade de elaborar uma capa, composta de v&aacute;rias p&aacute;ginas, com as not&iacute;cias selecionadas dentre todos esses temas que o usu&aacute;rio escolhe. Segundo a empresa que criou o aplicativo, o Zite &ldquo;compreende&rdquo; os h&aacute;bitos de leitura do usu&aacute;rio e configura essa capa conforme tais h&aacute;bitos.<br />Todas as not&iacute;cias nele apresentadas podem ser compartilhadas nas redeis sociais do usu&aacute;rio. Um <a title="http://vimeo.com/20777645" href="http://vimeo.com/20777645" target="_blank"><strong>v&iacute;deo </strong></a>explicativo mostra mais detalhes de seu funcionamento.</p>
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<p><strong>3. Pulse</strong></p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.nethics.com.br/storage/tela_pulse.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1306783871579" alt="" width="198" height="250" /></span></span>O <strong><a title="http://www.alphonsolabs.com/" href="http://www.alphonsolabs.com/" target="_blank">Pulse</a></strong> &eacute; tamb&eacute;m uma revista personaliz&aacute;vel, que permite ao usu&aacute;rio montar pain&eacute;is de visualiza&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias segmentadas por temas, tamb&eacute;m criados conforme o gosto do fregu&ecirc;s. A maioria dos feeds corresponde aos dos sites de not&iacute;cias. Alguns aparecem em destaque, talvez j&aacute; dando a entender qual ser&aacute; o futuro modelo de neg&oacute;cio, pois o aplicativo ainda &eacute; oferecido gratuitamente.</p>
<p>O usu&aacute;rio ainda pode cadastrar sua conta no Google Reader para visualizar as not&iacute;cias, compartilhando-as posteriormente nas redes sociais. Pode ler tamb&eacute;m os feeds RSS que queira, al&eacute;m dos conte&uacute;dos do Facebook e do Twitter.</p>
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<p><strong>4. FLUD</strong></p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.nethics.com.br/storage/Flud.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1306782862046" alt="" width="185" height="43" /></span></span>Muito parecido com o Pulse, o <a title="http://www.theflud.com/" href="http://www.theflud.com/" target="_blank"><strong>FLUD</strong></a>, por&eacute;m, disp&otilde;e de uma interface mais elegante. Seu modo de funcionar &eacute; bastante similar.</p>
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<p><strong>5. Smartr</strong></p>
<p><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.nethics.com.br/storage/tela_Smartr.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1306783248949" alt="" width="176" height="251" /></span></span>Este aplicativo do iPhone, o <a title="http://smartr.mobi/" href="http://smartr.mobi/" target="_blank"><strong>Smatr</strong></a>, permite ler as not&iacute;cias que os amigos est&atilde;o lendo. Ele oferece um comando para conectar com a conta dos amigos que s&atilde;o seguidos no Twitter e apresenta as not&iacute;cias por eles lidas.</p>
<p>Elas s&atilde;o apresentadas de uma maneira bem diagramada, embora n&atilde;o com a mesma riqueza de atributos que o iPad permite. Mas &eacute; um aplicativo interessante para se acompanhar os temas de interesse dos amigos.</p>
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<p>Em breve ser&atilde;o postadas avalia&ccedil;&otilde;es de outros aplicativos semelhantes.</p>
<p><br /> <br /> <br /> <iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.nethics.com.br/blog/2011/5/30/tablets-e-redes-sociais-uma-combinaco-que-pode-revolucionar.html&;layout=standard&
2.
show_faces=false&width=380&action=like&colorscheme=light&height=25&locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:250px; height:25px;" allowTransparency="true"></iframe></p>]]></description><wfw:commentRss>http://www.nethics.com.br/blog/rss-comments-entry-11622038.xml</wfw:commentRss></item><item><title>Loja de aplicativos favorece sucesso do iPad</title><dc:creator>Christian Marra</dc:creator><pubDate>Wed, 18 May 2011 02:30:43 +0000</pubDate><link>http://www.nethics.com.br/blog/2011/5/17/loja-de-aplicativos-favorece-sucesso-do-ipad.html</link><guid isPermaLink="false">529198:6061938:11490400</guid><description><![CDATA[<p><strong><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img style="width: 230px;" src="http://www.nethics.com.br/storage/iPad_apps_appstore.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1335899414049" alt="" /></span></span>Christian Marra</strong></p>
<p>No &uacute;ltimo m&ecirc;s de abril, o CEO da Motorola Mobility, o indiano Sanjay Jha, durante uma coletiva para anunciar os resultados do quadrimestre aos acionistas (<a title="http://www.wired.com/gadgetlab/2011/05/android-tablets-nvidia/" href="http://www.wired.com/gadgetlab/2011/05/android-tablets-nvidia/" target="_blank">leia mais na mat&eacute;ria da Wired</a>), teve que se desvencilhar de uma situa&ccedil;&atilde;o constrangedora: como explicar as vendas abaixo do previsto do badalado tablet da Motorola, o <a title="http://www.motorola.com/staticfiles/Consumers/xoom-android-tablet/us-en/overview.html" href="http://www.motorola.com/staticfiles/Consumers/xoom-android-tablet/us-en/overview.html" target="_blank"><strong>Xoom</strong></a>?<br /><br />Segundo ele, um dos vil&otilde;es apontados foi este: &ldquo;os aplicativos do ecossistema da Android&rdquo;.</p>
<p>De fato, pouco se tem falado da vantagem competitiva que o iPad conquistou gra&ccedil;as &agrave; riqueza de aplicativos de sua App Store. O pioneirismo da Apple em abrir a desenvolvedores independentes a cria&ccedil;&atilde;o de aplicativos (com a chance de ganharem dinheiro com isso), ao lado do rigor de seus crit&eacute;rios para aprov&aacute;-los, contribu&iacute;ram para o surgimento de uma avalanche de aplicativos de alta qualidade, convertendo o conte&uacute;do de sua loja num patrim&ocirc;nio altamente valioso e competitivo.</p>
<p>No dia a dia, &eacute; comum encontrar usu&aacute;rios do iPad &ndash; e tamb&eacute;m do iPhone &ndash; que adquirem esses dispositivos n&atilde;o somente pela qualidade do produto, mas tamb&eacute;m pelos &oacute;timas possibilidades que seus aplicativos oferecem. A App Store da Apple &eacute; hoje um forte chamariz de vendas. Trocar de aparelho n&atilde;o significa apenas abrir m&atilde;os dos consagrados recursos do iPad; &eacute; tamb&eacute;m renunciar a aplicativos fant&aacute;sticos &ndash; muitos deles gratuitos &ndash; que nem sempre estar&atilde;o dispon&iacute;veis nas demais plataformas. Uma loja de aplicativos de qualidade &eacute; essencial para garantir a fidelidade do usu&aacute;rio.</p>
<p>Isso leva a uma conclus&atilde;o que n&atilde;o &eacute; nova: conte&uacute;do de qualidade &eacute; e sempre ser&aacute; o que vende. Este exemplo demonstra que, nesse mercado de tablets, n&atilde;o &eacute; suficiente desenvolver aparelhos de alta qualidade, com uma experi&ecirc;ncia de uso atraente e recursos de ponta. &Eacute; preciso que eles contenham conte&uacute;dos atraentes.</p>
<p>Pior para os rivais da Apple: constituir uma loja de aplicativos com o mesmo grau de qualidade que hoje a Apple Store possui, n&atilde;o ser&aacute; uma tarefa r&aacute;pida. A revista MacMagazine publicou um interessante <a title="http://macmagazine.com.br/2011/03/24/venda-de-aplicativos-devera-manter-crescimento-da-apple-em-ate-50-nos-proximos-18-meses/" href="http://macmagazine.com.br/2011/03/24/venda-de-aplicativos-devera-manter-crescimento-da-apple-em-ate-50-nos-proximos-18-meses/" target="_blank">artigo</a> que mostra o enorme peso que a venda de aplicativos ter&aacute; no crescimento da Apple nos pr&oacute;ximos anos, capacitando-a a superar gigantes como HP e IBM.</p>
<p>De fato, a Apple adota crit&eacute;rios rigorosos para assegurar a qualidade de seus aplicativos. Muita gente reclama disso. De fato, a elabora&ccedil;&atilde;o de aplicativos para a sua App Store costuma ser trabalhosa, muitas vezes em fun&ccedil;&atilde;o dos elevados padr&otilde;es exigidos pela empresa. &Eacute; comum que um aplicativo submetido &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o seja rejeitado em alguma ocasi&atilde;o. A empresa aponta as mudan&ccedil;as necess&aacute;rias, e sem elas, nada de libera&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, &eacute; comum a Apple revisar as regras de sua App Store em nome da qualidade, ainda que isso tenha <a title="http://macmagazine.com.br/2011/05/03/mudancas-na-politica-da-app-store-incentivam-a-qualidade-dos-aplicativos-e-deixam-vendas-em-segundo-plano/" href="http://macmagazine.com.br/2011/05/03/mudancas-na-politica-da-app-store-incentivam-a-qualidade-dos-aplicativos-e-deixam-vendas-em-segundo-plano/" target="_blank">impacto negativo nas vendas</a>.</p>
<p>Mas, do ponto de vista comercial, essa estrat&eacute;gia est&aacute; se mostrando vencedora: a qualidade &eacute; assegurada e as pessoas est&atilde;o se mostrando dispostas a pagar por isso. O p&uacute;blico quer qualidade, ainda que ela n&atilde;o seja gratuita.<br /></p>]]></description><wfw:commentRss>http://www.nethics.com.br/blog/rss-comments-entry-11490400.xml</wfw:commentRss></item></channel></rss>
